"Vai dia, vai noite, vai um e vai dois; e óh seu moço, sigo perguntando quem sou. Lhe digo que tento, mas não sei me descrever. Se caso chegam e perguntam quem por aqui habita, ponho-me a correr. Veja só seu moço, tentarei saciar-lhe a curiosidade... a moça cá presente se contenta, em saber que não passa de um e sessenta."
23/05/2012 22:28
19/05/2012 14:33
16/05/2012 19:30
16/05/2012 19:28
Tenho sido feliz. Mas sempre penso em você.
Caio Fernando Abreu

16/05/2012 19:06
16/05/2012 18:50
14/05/2012 22:51
Eu conheci razoavelmente bem Clarice Lispector. Ela era infelicíssima, Zézim. A primeira vez que conversamos eu chorei depois a noite inteira, porque ela inteira me doía, porque parecia se doer também, de tanta compreensão sangrada de tudo. Te falo nela porque Clarice, pra mim, é o que mais conheço de GRANDIOSO, literalmente falando. E morreu sozinha, sacaneada, desamada, incompreendida, com fama de “meio doida”. Porque se entregou completamente ao seu trabalho de criar. Mergulhou na sua própria trip e foi inventando caminhos, na maior solidão.
Caio Fernando Abreu

desvendame: Ainda bem que eu tenho você...
14/05/2012 21:47
Se ela te fala assim, com tantos rodeios, é pra te seduzir e te ver buscando o sentido daquilo que você ouviria displicentemente.
Se ela te fosse direta, você a rejeitaria.
Sentimental, Los Hermanos

14/05/2012 21:38

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